sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A Mídia, o Preconceito e a Ética

Boa noite leitores!

A mídia hoje em dia fala muito sobre preconceito, aliada a propagandas de inclusão social, programas do governo, movimentos pró-algumacoisa, e uma infinidade de pessoas. Mas você já parou pra pensar sobre o que realmente é o preconceito?
Dividindo a palavra, temos pré e conceito. Significa que previamente estabelecemos um conceito, ou que formamos uma opinião adquirida anteriormente. Mas anteriormente a quê? Ao conhecimento, oras. Só podemos confeccionar uma opinião  — ou conceito — sobre algo após obtermos conhecimento dele, algo como um pós-conceito. E daí?
Daí que o modelo exposto pela mídia caracteriza o "cidadão perfeito" como sem preconceito. Refletindo sobre, cheguei à conclusão de que é impossível não ter preconceitos, e isso independe da ação de quem é preconceituoso. Qualquer informação recebida sobre algo gera outra informação que já faz parte de um conceito previamente estabelecido. É fácil averiguar isso, pois basta colocar duas pessoas desconhecidas entre si frente à frente e perguntar o que uma acha da outra. Seremos submetidos a uma chuva de opiniões, formadas apenas por informações visuais — sem que as pessoas tivessem qualquer contato —, preconceituosa. Repare que não é necessário que ninguém fale nada a uma das pessoas: a simples visão da outra já gera um conceito prévio.
As questões apresentadas pela mídia como "preconceito" remetem apenas à ética, respeito para com os diferentes apesar de semelhantes. Mesmo inserido nesse contexto, preconceito é outra coisa. Concluindo: não seja uma pessoa sem preconceitos, pois isso é impossível. Seja uma pessoa ética!
Você concorda? Acha possível não ter preconceitos? Tem outra opinião? Escreva nos comentários!

sábado, 30 de outubro de 2010

Religião: a Influência e a Manipulação

Boa noite leitores!

Certa vez um professor meu disse-me que "a religião é a manipulação política a fé", e eu fiquei pensando sobre durante um tempo. Analisei a situação das Igreja Católica Apostólica Romana ao longo da história e Igreja Universal do Reino de Deus atualmente; observando também outras religiões como Umbanda e Espiritismo.
Antigamente, principalmente na Idade Média, a Igreja Católica era uma máquina de fazer dinheiro. Cobrava alto por dízimos, indulgências; vendia artigos supostamente santos; em determinada época possuía dois terços das terras da Europa e foi peça chave na queda do Império Brasileiro. Nos dias de hoje, apesar de ainda muito poderosa, a Igreja Católica não tem tanta influência no aspecto político e monetário.
Atualmente a Igreja Universal está praticamente assumindo as antigas funções da Igreja Católica. Baseada na fé, aliena e manipula seus fiéis, utilizando-se dos ensinamentos de Jesus Cristo, assim como o Catolicismo, mas vou focar o assunto na arrecadação de dinheiro. De acordo com uma matéria exibida pelo Jornal Nacional, Bispo Macedo afirma que quem não der dinheiro à Igreja irá para o inferno, e baseados nisso, vários fiéis doam milhares de reais, muitas vezes passando dificuldades, "comprando" seu passaporte para o céu, e acreditando que "Deus devolverá em dobro". À convite da Filosofia, pensemos: por que algo que não te dá prazer te retornaria prazer? O grande segredo de dar dinheiro para Deus te devolver em dobro é fazer isso com a consciência limpa, com generosidade, sentindo-se feliz com isso, e nunca passando dificuldades. Quando você doa dinheiro, afirma para si mesmo que tem bastante, atraindo mais ainda; e além disso, ainda gera merecimento com Deus para que possa ganhar mais. Desde que isso seja feito com alegria e te traga felicidade, em vez de dificuldade. Jamais pense que está comprando seu lugar no céu pois NÃO É ASSIM. Deus está muito acima de qualquer tipo de quantia, e isso é irrelevante; sendo o único objetivo que haja ajuda a quem tem menos recursos que outros. Felicidade é o grande sentido da Vida! Pare pra refletir e veja sobre outras religiões: o umbanda não pede arrecadação nenhuma, e nem o espiritismo, sendo, quando necessárias, pedidas contribuições para melhorias no centro, ou para uma festa comunitária, algo assim, que dê prazer. Doar dinheiro por uma boa causa.
Para finalizar, lembre-se sempre de questionar os "valores de Deus" e escolher fazer o que melhor adapta-se a você. Não deixe que seja influenciado por religiões, dogmas e práticas que por algum motivo não te façam feliz ou que você não se sinta à vontade com elas, como doar seu dinheiro à Igreja sem se sentir feliz com isso. Não seja manipulado por isso!

Sugestão de leitura sobra a "Lei da Atração", citada no texto: O Segredo - BYRNE, Rhonda. .doc .zip .rar

Tema sugerido por LS

sábado, 23 de outubro de 2010

A Exibição Feminina na Internet

Boa tarde leitores! Galera, estou chegando tarde em casa na 6ª, e ainda preparo post; está ficando inviável. Ontem resisti bravamente até 2 da manhã, quando o sono me venceu e o post ficou pra hoje. Mas, como tenho um compromisso com os senhores, passarei a fazer o texto na quinta-feira, pra que sexta de manhã já esteja disponível =D

Ultimamente tem-se verificado uma certa exposição feminina na internet. Volta e meia estou no meu orkut e 'sobe' alguma atualização de fotos de garotas, sempre com uma barriguinha exposta, um biquini bonito, as pernas à mostra, o bum bum, e, é claro, os seios. Certa vez estava eu no msn quando uma plaquinha subiu com a foto de uma garota usando um biquini preto que, meu Deus... Abri a janela pra ver quem era, e tive uma surpresa: uma garota cuja qual nem imaginava que colocaria uma foto em trajes de banho (muito menos que fosse desenvolver aquele corpo, mas isso é à parte). O pensamento de "que gata!" deu lugar à reflexão de "como as pessoas mudam". Apesar de não vivenciar, tenho relatos e sei que isso acontece também em twitpics, fotologs, facebooks, e o raio que o parta. Estamos hoje sendo verdadeiramente assolados por uma onda de fotos sensuais de garotas, que adoram os comentários de "linda" que são deixados nas imagens. A questão é refletir sobre até que ponto essa exposição é voluntária, em vez de entrar num círculo vicioso dos padrões de estética.
Conversando com amigos, e futuramente analisando suas opiniões, observam-se vários fatos. Fazendo uma interligação, podemos apontar que uma garota adolescente que entra na puberdade começa a ter seu corpo mudado, com o crescimento dos seios, arredondamento dos quadris, e consequentemente uma vontade, quase necessidade, de mostrar-se, afirmar ao mundo que ela mudou, que já não é mais criança. O melhor lugar para tal exposição é, sem dúvida, a internet, pois além de permitir o anonimato, quando desejado, traz vantagens como divulgação fácil, garantia de que alguém terá acesso a foto, e principalmente uma certa privacidade no que diz respeito à vergonha que muitas garotas sentiriam caso fossem elogiadas pessoalmente. É muito menos embaraçoso receber elogios pelo computador, e, é claro, esse é o objetivo de colocar tais fotos online. Além de elogios, muitas vezes elas querem a atenção conquistada pelas atrizes gostosas que os homens estão sempre de olho. A atenção que a mídia rouba para seus modelos de mulher perfeita. Para não serem excluídas da sociedade definida pela mídia capitalista, que exclui certos estereótipos, agora além de correr atrás de um modelo, pagar preços altos e gastar um tempo enorme; as meninas querem ser vistas e reconhecidas por isso, vindo junto aquele sentimento de inclusão na sociedade, de que você faz parte de um todo, de não ser excluído; que desde os primórdios persegue o homem (imagines que és um homem das cavernas, e teu grupo te excluiu da caverna. Qual o sentido de ser um homem das cavernas sem uma caverna? Situação cavernosa...).
O grande problema dessa circunstância é que ocasionalmente as pessoas — algumas vezes infelizes com seu estilo —, por ficarem presas a padrões, não buscam outros estilos alternativos, e acabam perdendo boas oportunidades de descobrir coisas novas que podem fazê-las mais felizes, afinal, há estilos para todos os gostos, e pertencer a um deles não significa ser feio, podendo inclusive render elogios como o imposto pela mídia. As garotas que colocam esse tipo de foto na internet buscam mais agradar aos outros do que a si mesmas, esquecendo de ter felicidade.
Provavelmente se a educação cultural fosse mais bem observada pelos pais, e houvesse certa preocupação em construir uma mente apta a construir a própria consciência, independente do que é colocado hoje para a sociedade — como uma engenharia, onde você ensina a criar—, teríamos menos pessoas seguindo a mídia cegamente e colocando fotos ousadas na internet sem nem saber a realidade que esconde-se atrás dessa cortina chamada mídia.

Contribuíram: Lucas Becker, Julia Dau, Karina Seferian e LS. Agradecimentos a Gustavo Gitti, que fez um texto que usei como base para esse.

sábado, 16 de outubro de 2010

Jogos: Até que ponto fazem bem?

Boa noite leitores!

Gostaria de pedir desculpas por não ter postado ontem, mas tive prova da PUC, saí de casa meio-dia e cheguei as nove da noite, cansadão. Mas, na medida do possível, tento manter a frequência das sextas-feiras.

Para introduzir a discussão, gostaria que os leitores vissem esse vídeo:

Ok, muitos dizem que é fake, até o próprio autor do vídeo. Sendo fake ou não, acho que cabe a discussão de qualquer forma.

Quando um colega meu, que estuda numa conceituada escola federal (não, não é o CEFET), me mandou esse vídeo, ele comentou dizendo que havia rido muito. Talvez alguns aqui tenham feito isso também, e eu pergunto a esses o mesmo que perguntei a ele: "Você acha graça? Eu acho que é um problema sério, grave, e não ri". Então ele disse que achava graça pois a culpa é dos pais. Será? Até que ponto?
Jogos são um mundo fascinante, pelo qual confesso ser apaixonado. São uma diversão, um passatempo, um teste de habilidades, de raciocínio; e sem dúvida contribuem para a formação do caráter de uma pessoa, uma vez que muitas vezes jogamos com outros seres humanos, ou mesmo no roteiro dos jogos há demonstrações de amizade e respeito ao próximo, que se absorvidas por todos, tornariam a sociedade melhor. Fora que há estudos científicos que provam a utilidade de jogos para liberação de energia e ajuda na superação de frustrações diárias dos jogadores, tornando-os pessoas mais calmas, menos agressivas. Quem é gamer sabe que boa parte do estresse vem de notas escolares, da família; e que jogos servem como válvula de escape. E, é claro, tem aquele grupinho de psicólogos aplaudido pelos pais que condenam os jogos e responsabilizam-os pelos problemas na sociedade, tomando como base (adivinha o quê?) vídeos como o mostrado nesse post. É uma história sem fim, que não tem certo nem errado. Resta-nos discutir até que ponto os jogos são bons.
Certa vez, um professor de biologia disse-me: "Qualquer substância em excesso faz mal". Jogos são bons desde que não sejam jogados demais. Cabe ao jogador, principalmente se for adolescente, ter vida social, amigos, estudar, ficar com alguém, e fazer outras coisas além de jogar. A vida não pode girar em torno de uma coisa só, senão o resultado é esse do vídeo. E quando isso não consegue ser controlado pela pessoa? Cabe aos pais, então, administrar isso, sempre procurando envolver o filho com atividades dinâmicas, em família, com amigos etc; para evitar que a situação chegue a extremos. Viver uma vida saudável é essencial, e não é só em alimentação e atividades físicas, temas que recebem uma propaganda enorme, mas mentalmente também, e jogar demais certamente não contribui.
Para finalizar a discussão, apresento a minha opinião de que o jogador deve ser responsável por si só, e se não conseguir estabelecer uma relação harmoniosa dos jogos com seu dia-a-dia, cabe aos pais intervir para evitar uma possível ultrapassagem de limites. Em casos extremos, como o apresentado aqui, a recorrência a especialistas é a alternativa mais indicada.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

A Farsa Chamada ENEM

Boa tarde leitores!

Hoje, lá no CEFET/RJ, minha turma fez uma prova. Não qualquer prova, mas uma prova feita pelo INEP para nivelar o ENEM, a partir de questões montadas para ele que não foram selecionadas para o provão. Essa prova é aplicada para alunos do 3º ano da rede pública para avaliar se o ENEM está fácil ou não.
Pois bem, recebi uma prova com quarenta e oito questões divididas entre humanas e linguagens, e a minha revolta com a de humanas foi total. O INEP, por ser um órgão do governo, elaborou questões nas quais ele considera corretas as atitudes governistas. Uma questão pedia como um governo deveria agir em caso de pobreza e escassez de recursos. A letra "A", opção correta, dizia que deveriam ser tomadas atitudes assistencialistas em relação aos pobres, o que mascara uma opinião à favor do Bolsa Família. Outra questão, que falava sobre movimentos sociais, apontava como resposta correta posições tomadas por movimentos pró-governo, julgando como errados outros pontos de vista.
Agora pense, amigo leitor, o que será que isso acarreta? Quais seriam as conseqüências dessa prova pró-governo? Você acha que o que aprende em sala de aula é correto? A maioria das pessoas responderia a última pergunta como "sim", até porque, não há muita coisa a ser contestada. E uma escola vai preparar seus alunos para o ENEM, uma vez que é divulgado o ranking de escolas. A longo prazo, elas formarão alunos que acreditam que as atitudes do governo são corretas, e as contrárias erradas; mudando a forma de pensar da população, manipulando, alienando. Para piorar a situação, se você não concordar com o governo, não faz ensino superior, já que o ENEM é usado como forma de acesso. É, amigo leitor... parece que essa prova será um sapo a ser engolido por nós, seres pensantes, que vamos fazê-la.

Informações adicionais: Agora que fiz o ENEM, não percebi nenhuma questão explicitamente governista. Parece que as muitas e boas frases que escrevi na prova descrita acima dizendo pro INEP tomar cuidado com as questões pró-governo surtiram algum efeito.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O blogspot é do Google?

Boa noite leitores!

Algo que surpreendeu-me quanto fui criar este blog foi o fato de o blogspot pertencer ao google. Parei para pensar e contar quantos serviços o google oferece, chegando a conclusão de que nem mesmo o próprio google deve saber. Além da página de pesquisa, que por si só, procura páginas da web, notícias, fotos, mapas, livros, blogs, entre outros; o google também fornece o orkut, o gmail, o youtube, o google chrome, o google videos, o blogspot, o google earth, e até mesmo um google feito exclusivamente para celulares.
Até então tudo bem, mas a boa e velha filosofia convida-nos a pensar: será que isso é realmente bom? Até que ponto os serviços de internet estão separados de nossa vida privada? Vamos ser sinceros, o google sabe mais sobre sua vida do que muitos amigos seus. O google sabe de quem você é amigo, do que gosta, dos vídeos que vê, os sites que acessa, os emails que recebe e até mesmo as matérias que você coloca no seu blog. Isso sem contar que ele sabe aonde você mora. Já percebeu o quanto essas informações são valiosas? O google poderia fazer uma estatística de uma população de determinada área simplesmente consultando sua base de dados, e em caso de guerra, conhecer o inigimo é fundamental (lembre-se, o google é americano). Falando nisso, ninguém tira da minha cabeça que o google na verdade pertence ao exército americano, e que está próximo de realizar o antigo sonho do Pink e Cérebro: dominar o mundo.
Abram seus olhos, usuários, pois nem tudo é o que parece ser, e existe uma grande diferença entre a vida pública e a vida privada (essa última, ultimamente, tem recebido o nome de "vida pública online").

PS: Não estou dizendo que os EUA farão uma guerra baseados em informações do google, e sim chamando a atenção para a diferença entre vida pública e vida privada

sábado, 25 de setembro de 2010

Candidato versus Cargo: Em quem votar?

Boa tarde Leitores!

Primeiramente gostaria de pedir desculpas por não ter postado ontem, mas essa semana foi semana de provas, e ontem cheguei em casa 20 pras 7, dormi às 8 e acordei hoje às 10. É, a semana foi cansativa.

Candidato versus cargo: algo a se pensar. Por que nós temos candidatos como o Tiririca (Dep Fed, PR-SP), que tem um slogan ridículo ("Vote no Tiririca, pior que tá não fica") e uma campanha inacreditável; e o Garotinho (Dep Fed, PR-RJ), que apesar de condenado a dois anos de cadeia e processado por propaganda eleitoral antecipada (que deveria tê-lo deixado inelegível, mas ele conseguiu uma liminar eliminando essa punição), continua elegendo-se como o deputado federal mais votado do Rio? Os candidatos prometem e não cumprem, mas você já se perguntou se eles podem cumprir o que prometem? Mas se eles não podem cumprir, não podem prometer. Será? Será mesmo que o voto nulo, como dia o TSE, é jogar seus direitos e cidadania fora?
Duvido que o Garotinho fique mais de um ano exercendo o cargo de Deputado (a menos que aconteça uma mutreta braba), ou que o Tiririca faça alguma lei. Mas mesmo assim são candidatos devido ao formato de eleição para deputados e vereadores, que é proporcional entre partidos. Funciona assim: somam-se os votos de todos os candidatos de um partido, e o número total de votos. Divide-se o total de votos pelo número de vagas, e assim estabelece-se um número mínimo de votos, X, para ocupar uma vaga. Se um partido conseguiu X votos, ele ocupa uma vaga; 2X votos, duas vagas; 3,5X votos, três vagas; e assim por diante. Se um partido obteve 3 vagas, os três candidatos mais votados ao cargo ganham a eleição. Esse é o porquê de eleger o Tiririca: ele recebe um número enorme de votos e leva com ele vários candidatos que não obtiveram o número X, pois os votos "extra" do Tiririca compensam a falta de votos dos outros; e o mesmo vale para o Garotinho. Essa quantidade de candidatos que ocupam cargos por terem sido "levados" por um candidato que obteve muitos votos cria o que chamamos de frente partidária, que garante que as leis (e claro, os interesses) propostas pelos eleitos desse partido sejam aprovadas, como a cota de iluminação pública, que apesar de ser cobrada no IPTU, foi aprovada pela Câmara de Vereadores e está sendo cobrada novamente.
Existe uma lei que vigora para todos os cargos legislativos (vereadores, deputados e senadores) que impede-os de criarem leis que onerem gastos ao governo. Isso significa que nenhum deputado, senador ou vereador pode obrigar o Estado a gastar dinheiro, que por sua vez significa que nenhum candidato a esses cargos pode prometer que vai construir praças, parques, hospitais, escolas, NADA! Fazer uma lei que preveja a construção de algo assim é inconstitucional, ou seja, é inválida, errada, não pode ser aprovada. Promessas desse tipo não podem ser cumpridas! Se você encontrar um candidato prometendo isso, não vote; e sempre procure saber o que um candidato pode ou não fazer.
Antigamente, quando a cédula do voto era de papel, o voto branco consistia em você colocar uma cédula em branco na urna, e o voto nulo era escrever o nome de alguém que nao existia, ou rabiscar a cédula, ou algo do gênero (muitas pessoas xingavam candidatos ou expressavam sua indignação em relação ao sistema político). Hoje em dia, o voto nulo é computado junto com o voto branco, e entra para a estatistica de votos não-válidos. Eu acho que votar nulo ainda significa que você não concorda com o sistema político atual, e é uma forma de dizer "não" a todas essas baboseiras que candidatos falam. É uma forma nobre de expressar indignação em relação ao sistema político atual, a qual eu sou a favor. Nenhum dos candidatos a presidente satisfaz as minhas expectativas, então, meu voto é nulo.
Caro leitor eleitor: reflita sobre o que foi colocado aqui, pense e escolha um candidato baseado em sua trajetória, não só política como pessoal, que seja justo, prometa coisas que pode cumprir e não esteja ali apenas como figuração. Esse sim, com boas propostas, pode mudar o nosso país. E se não encontrar nenhum candidato dentro desses parâmetros, lembre-se: votar nulo é uma ação simbólica de descontentamento.

"A política é a ilustração da perdição da humanidade" Amanda Dias